segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Vaidade ou Gravidez




Este final de semana finalmente, consegui parar na frente da TV, algo que não fazia há muito tempo.


Eu fiquei muito interessada ao assistir um programa do Discovery Home Health, pois, se tratava de vaidade ou gravidez.


Achei bem interessante, porque, mostrou vários relatos, como de mulheres que acabaram de dar a luz e logo foram submetidas a cirurgias plásticas de alto risco, para melhorar sua aparência; outros relatos foram de mulheres que faziam dieta rigorosa na gravidez para não ganhar peso e também mostrou um grupo de mulheres que aceitaram numa boa, a mudança do seu corpo após uma gravidez.


Durante e após o programa fiquei pensando e analizando as conversas que tenho tido com minhas amigas sobre maternidade e realmente a maioria das mulheres se preocupam com seu corpo quando ficam grávidas.


Será que toda esta preocupação com o corpo começou a surgir devido a influência das celebridades na mídia?


Ao passarmos por uma banca de jornal, na fila do supermercado onde revistas estão expostas ou acessarmos a internet, vimos manchetes de mulheres famosas que aparecem grávida, exibindo sua barriga de mamãe. Poucas semanas após ter seu bebê, a mesma, aparece novamente exibindo seu lindo corpinho e sua barriguinha enxuta, mostrando para todos, que voltou ao peso anterior da gravidez.


Ao vermos estas manchetes, perguntas começam a surgirem em nossa mente.


Como que ela conseguiu voltar ao seu corpo de antes???


Será que ela fez plástica???


Bom, o problema não é pensar todas estas coisas, o problema é querer ser e fazer como elas. Estas celebridades provavelmente tenham um médico, uma nutricionista, uma massagista, em fim, tenham muitas condições financeiras e um acompanhamento próximo desses profissionais durante toda sua gestação, para que elas possam voltar ao seu trabalho normalmente, sem que o público se decepcione com sua forma física, logo após a gravidez.


Infelizmente, não é a maioria das mulheres que tem todo este luxo durante uma gestação e após o parto.


Precisamos ficar "cada uma no seu quadrado". Mesmo sem ter condições financeiras como de uma mulher famosa, devemos buscar a felicidade de uma gravidez nos padrões de vida em que cada uma tem, comendo aquilo que pode, fazendo aquilo que consegue e assim exercendo uma vida saudável para a mãe e o bebê.


Mulheres querem engravidar, mas, não querem pagar o preço de ficarem pouco acima do peso durante a gestação (que é normal e bom para o bebê, veja o peso ideal na gestação em: http://www.dicasdemae.com.br/2009/08/qual-e-o-ganho-de-peso-ideal-na-gravidez/ ou http://www.clinicafgo.com.br/calculos_data_peso.html).

Após o parto, ficam como umas "loucas" tentando emagrecer o mais rápido possível e voltar o corpinho anterior a gravidez, tomando atitudes precipitadas, sem ao menos esperar o tempo do resguardo. Nem se fale daquelas mães que não amamentam seu filho com medo dos seios cairem.


O que realmente, não pode haver na conciência da gestante é o medo extremo de engordar ou de mudanças no seu corpo, pois, esse medo pode impedi-la de aproveitar a gestação semana a semana, numa fase linda e única da vida.


Muitas vezes, esta preocupação de voltar ao corpo que tinha antes da gravidez, se torna entre as mulheres uma competição desnecessária e momentânea, pois, com o passar do tempo, apenas amamentando e se cuidando, a maioria das mulheres, (pelo menos que eu conheço) tem seus filhos e em um curto tempo, voltam a ser o que era antes da gestação, lindas e elegantes.


Deus criou uma diferente da outra e cada uma com um metabolismo diferente. O que precisamos fazer é apenas respeitar nosso corpo e o tempo dele voltar normal, nos amar e não ficar nos comparando umas com outras.


Creio que devemos sim, como Mães no Reino (na gravidez ou pós gravidez), nos alimentar corretamente, praticar exercício moderadamente, ou seja, cuidar do nosso corpo e sermos mulheres saudáveis e belas, para nosso benefício e da nossa família, que tanto depende de nós.


Nesta reportagem do Discovery, pude aprender bastante. Percebi que ser mãe é mais importante do que perder tempo, em ficar se preocupando com dieta rigorosa e exercício físico pesado durante uma gestação e no pós parto.


Precisamos curtir cada momento de nossas vidas, com nossos filhos dentro ou fora da nossa barriga.


Curtir cada centímetro da barriga que cresce quando estamos grávidas, cada movimento do bebê, entre tantas outras mudanças do nosso corpo.

Depois de todo esse processo de mudança, após o parto o corpo vai voltando aos poucos sua forma anterior, basta você acreditar, esperar e cooperar sem ficar "neurótica hein!", com muita paz , alegria, dando atenção e carinho para seu bebê, tudo vai voltando ao normal.

Lembrando também, jamais deixe de respeitar os limites que o médico impõe para cada semana de gestação, pois é de extrema importância seus conselhos, para obter uma vida e uma gravidez saudável.


Agradeça a Deus, por poder carregar um filho em seu ventre, isso é maravilhoso!!!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O bebê chora na cadeirinha do carro, o que fazer?

Leia aqui:
O bebê chora na cadeirinha do carro, o que fazer?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Manifesto pela maternidade

Justamente hoje eu estava sentindo um aperto no coração em relação a maternidade não ser reconhecida pela sociedade em geral e muitas vezes nem mesmo pelas próprias mães. Foi aí que visitando o blog de uma amiga, em meio a dezenas de links, bati o olho no link nesse manifesto pela maternidade, me identifiquei de cara né! Vamos participar?





MANIFESTAMOS PELAS MÃES


Mãe que dá o melhor de si e convive com a crônica sensação de que nada é o suficiente.
Mãe de carne, osso e vísceras que, ao se perceber humana, sente-se cada vez mais distante do ideal . E por isso se culpa.
Mãe que comprou o sabonete com óleos essenciais, o iogurte com fibras, o desinfetante com cloro ativo, a fralda com bloquigel e mesmo assim seu filho não dormiu a noite inteira, seu marido se queixa e sua casa não é o templo limpo, perfumado e livre de insetos que aparece na TV.
Mãe mulher, dona de casa, profissional e amante, que segue passo a passo as dicas das revistas femininas para conciliar seus inúmeros papéis e virar “super”, mas ainda não encontrou sua capa.
Mãe cuja única preparação para a mais dramática mudança da sua vida foi o cursinho da maternidade e, se privilegiada, a decoração do quartinho e a compra do enxoval.
Mãe que vive em uma sociedade que a glorifica, ao mesmo tempo em que a obriga a terceirizar a criação dos seus filhos. Seja por necessidade, independência ou reconhecimento. Como se, em qualquer um desses casos, essa não fosse uma decisão extremamente difícil.
Mãe que se divide diariamente entre a administração do lar e da profissão, encarando múltiplas jornadas que a levam constantemente à exaustão física e emocional.
Mãe que se dedica de corpo e alma ao significativo projeto de criar uma criança, enfrentando um nível de cobrança superior ao de qualquer chefe ranzinza e cliente exigente. 365 dias por ano, 24 horas por dia. E mesmo assim é percebida como alguém que não faz nada. Até por si mesma.
Mãe pobre que, quando opta pelos filhos, é acomodada. Quando rica, é madame. E, quando profissional, é ausente.
MANIFESTAMOS PELA MATERNIDADE
E, portanto, pela liberdade de sentir. De seguir os instintos. De viver em plenitude emoções e sentimentos totalmente femininos. Pois negá-los, seria abrir mão daquilo que faz da mulher, um ser único.
Manifestamos pelo direito de cada mulher escolher o papel que melhor lhe cabe no momento. Sem se sentir pressionada, desmerecida ou julgada pelo que decidiu não ser.
Manifestamos por parir de forma saudável, humana e tranquila e que essa seja uma decisão consciente da mãe. Amparada por uma equipe de profissionais da saúde que a respeitam, orientam, acompanham e zelam pelo bem estar dela e do bebê.
Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.
Manifestamos pela aceitação da metamorfose e da mudança de valores que a chegada de uma criança proporciona na vida de qualquer adulto. E pela valorização desta transformação na sociedade, como contraponto para a cultura do egoísmo e da juventude eterna.
MANIFESTAMOS PELO ATIVISMO ANÔNIMO E INCANSÁVEL DAS MÃES
Nas trincheiras domésticas de uma sociedade cada vez mais dominada pelas leis cruéis do mercado.
E apoiamos as mães que questionam. Que boicotam.
Que compram e deixam de comprar. Que sabem o que servem à mesa e o que jogam no lixo.
Que desligam a TV, controlam o videogame e a quantidade de açúcar.
Mães que tentam proteger a infância e não desistem diante do bombardeio de mensagens que estimulam a erotização e o consumo precoces.
Mães que empreendem, que inventam, que abrem mão, que buscam alternativas, que assumem o vazio e a sobrecarga. E promovem viradas.
Mães que brigam por uma escola melhor, mais humana e significativa; pública ou privada.
Que pensam globalmente e agem localmente, casa a casa, família a família.
E que administram seus lares, como se ali começasse a mudança que desejam para o planeta.
MANIFESTAMOS PELA TOMADA DE CONSCIÊNCIA FAMILIAR
Pela valorização do papel da mãe no seio da família e pelo fim das hipócritas tentativas de minimizar a diferença que a presença dela faz.
Pelo reconhecimento da vital importância da maternidade para a humanidade, e por ações sociais e políticas que valorizem e estimulem a atuação da mãe.
Por uma rede de relacionamentos que coloque novamente mulheres de diferentes gerações em contato, reconstruindo referências que foram deturpadas e estereotipadas pela mídia e pela sociedade.
Por mães unidas para estudar, compartilhar experiências e desenvolver novos pontos de vista para este tema milenar, universal e ainda tão incompreendido.
Por uma nova formação familiar, focada no bem estar integral dos seres humanos e não somente no bem estar material.
Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.
Por mães que partilhem com seus parceiros as responsabilidades, agruras e alegrias de se cuidar dos filhos, sendo entendido que eles pertecem aos dois, igualmente.
Manifestamos pela ausência de fórmulas, de guias práticos e de respostas prontas, pois cada mulher é livre para buscar seu caminho e desenvolver sua história. No seu tempo, no seu ritmo e na sua individualidade.
Manifestamos pela conciliação de uma maternidade moderna com uma maternidade mais plena.
Manifestamos por você e por nós. Pela Terra e por todos os filhos que dela vieram e ainda virão.


Manifestamos pelas mães!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Cardápio Kids


Sopinha de Arroz com Frango
- 1/4 do peito do frango (peça para o açougueiro cortar em quatro mas manter o osso)
- 1 colher (sobremesa) rasa de cebola ralada
- 1 colher (sobremesa) rasa de azeite de oliva
- sal a gosto
- 1 tomate ralado ou sem pele
- 1 mandioquinha média amarela ralada
- aproximadamente 1/2 copo pequeno de arroz cru

Refogue o frango no azeite e na cebola até amarelar. Acrescente o tomate ralado (ou sem pele) e o sal e refogue mais um pouco. Acrescente a mandioquinha, o arroz e água até cobrir tudo. Deixe cozinhar. O arroz absorve muita água e por isso a sopinha deve ser cuidada de perto para ir acrescentando mais água, conforme vai secando para ficar em consistência de sopa. Depois de tudo bem cozido, retire o peito de frango e pique em pedaços bem miúdos, adequados à capacidade de mastigação da criança.
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