sábado, 5 de dezembro de 2009

Uma história engraçada!

Por Julia T. Matos

Nesta artigo quero contar uma história engraçadinha que aconteceu com meu filho Josué.

Ser mamãe também é muito divertido, apesar de responsabilidades que são extremamente importantes na educação de nossos filhos, há vários momentos descontraídos que passamos com eles e muitas dessas experiências não tem preço, pois, são momentos únicos que devido a uma convivência intensa com nossos filhos principalmente quando são pequenos, podemos desfrutar juntos de alegrias ou tristezas que a vida lhes oferece desde a infância.

Qual é a mãe que nunca teve uma experiência assim com o seu filho ainda bebê?
Ele faz uma gracinha, no qual a mãe se desmancha de prazer, ela não vê a hora do papai chegar para mostrar aquilo que seu filho aprendeu a fazer, e quando chega na hora de mostrar para o papai; nada de gracinha, o bebê não executa, parecendo que mãe até é uma "mentirosa".

Sei muito bem o que é isso... é normal acontecer esse episódio nas famílias.

Sei também como é gostoso poder ensinar nossos filhos bater palminha, a fazer gracinha, dançar, etc. É importante curtir cada momento, pois eles crescem muito rápido, deixando as mamães com um gostinho de "quero mais".

Com isso quero contar uma experiência que tive com meu filho Josué, ele já está grandinho, naquela fase que a criança fala, porém só a mãe consegue entender, mas é só passar algumas horinhas com ele e pronto, você já começa também a falar na língua dele. Está sendo bem divertido essa etapa da vida do Josué.

Vou escrever no linguajar dele, para expressar conforme aconteceu na história.

Em um certo dia de manhã, no mês de agosto, Josué, um menino esperto, começando a falar e expressar o que queria, chega em mim e diz com aquela doce voz: - "Mamãe, téio TUIÁ TUIESSE". Apontando para o armário da cozinha, eu nem dei muita importância e continuei fazendo minhas coisas, na correria com meus dois filhos.
Passaram alguns dias e o Josué veio de novo com a mesma frase, pedindo a mesma coisa e apontando para o armário: - "Mamãe téio TUIÁ TUIESSE". Desta vez eu parei e tentei entender o que ele queria, peguei ele no meu colo e levantei perto do armário da cozinha para pegar aquilo que tanto queria, mas não deu certo, continuou dizendo essa frase téio TUIÁ TUIESSE.
Eu deixei ele falando sozinho, pois não estava entendendo o que ele estava querendo dizer.
Em meados de agosto tiramos férias e viajamos para vários lugares. Os meninos conheceram a praia, foi bem legal. Porém o Josué, não deixou de pedir para mim TUIÁ TIUESSE. Eu ficava "doida" e perguntava para quem estivesse do meu lado naquele determinado momento, se entendia aquilo que o Josué estava pedindo, mas, ninguém conseguia identificar o que queria.

Depois desses dias de férias, voltamos para nossa casa em Londrina. O Josué estava cada dia melhor na sua fala, se desenrolando e pronunciando melhor as palavras que aprendia.

Eu achei que ele já tinha esquecido do famoso TUIÁ TUIESSE. Já estava me deixando um pouco nervosa essa história, porque ele não parava de pedir e eu não entendia nada.
Então quando ele vinha me pedir, antes mesmo dele começar a falar eu já o avisava que não sabia o que queria e não ia adiantar me pedir. Mas ele não desistia de tentar.

Passou uma semana e ele estava dentro do berço do Emanuel, seu irmão, e de lá gritou: - MAMÃE TÉIO TUIÁ TUIESSE!!!!!

Eu rapidamente fui até ele e disse para desistir dessa história, porque não estava entendendo que estava querendo me dizer.
E novamente o Josué calmamente articulando toda a sua boca me disse lentamente assim: - MAMÃE TÉIO TUIÁÁÁÁÁ TUIIIIIEEEESSSSEEEE......
Nesse momento comecei a rir , pois achei muito engraçado ele dizer dessa forma, como se eu tivesse entendido agora, mas, eu ainda continuei sem saber o que ele queria dizer com essa frase.

Fiquei o dia todo pensando nesse episódio e fiquei quebrando a cabeça para desvendar esse "mistério".
Nesse mesmo dia, era noite quando eu fui contar para o Ney o que tinha acontecido. Ele riu muito e ficou imaginado a cena. Quando acabei de contar, pedi para Deus me ajudar a descobrir o que o Josué tanto estava pedindo, não era nada preocupante, mas queria saber.

No outro dia logo de manhã, como de costume o Josué veio até mim e disse: -MAMÃE TÉIO TUIACHA TU ETI.................... nesse momento comecei a rir, porque entendi o que tanto ele queria.

Tradução: TUIÁ = BOLACHA / TUIESSE = COM LEITE

Fiquei muito feliz, não estava acreditando que todo esse tempo o que ele queria era, BOLACHA COM LEITE!
Tenho costume de fazer bolacha de maizena com leite quase todos os dias, porém na parte da tarde. Os meninos adoram bolachinha molhadinha com leite.

No mesmo instante fiz questão de ligar para o Ney somente para falar que TUIÁ TUIESSE era BOLACHA COM LEITE, pois, na noite anterior estávamos conversando sobre esse assunto. Então peguei o telefone liguei para ele e contei, ao ouvir no mesmo instante ele também riu muito e não estava acreditando que era isso.

Ficamos muito felizes em descobrir o significado de TUIÁ TUIESSE.

O Josué quase toda a tarde pede para eu fazer bolachinha com leite, com muito prazer eu paro de fazer o que estou fazendo e faço para ele e seu irmão, Emanuel, comerem e juntos se deliciarem.

Esta é apenas uma de muitas
histórias que passei em um único doce momento com meu filho!!!!!



segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Amamentação

Por Magridt Gollnick Luz

Olá amadas
Passando aqui rapidinho para deixar uma dica àquelas mamães que como eu estão na fase da amamentação.
Eu...mãe de segunda viagem, muito feliz com a primeira experiência na amamentação com o Mikhael, que mamou exclusivamente no peito por 6 meses e depois de introduzirmos a alimentação ainda mamou até os 9 meses, quando desmamou espontaneamente.
Pois é, mas como toda gravidez é diferente, também cada filho é diferente e as experiências que temos com eles também.
Estávamos passando por algumas dificuldades por esses dias com o pequeno Matheo( 25 dias).
Uma semana de muita movimentação na casa, agitação e mudança na rotina, acabou que mamãe e bebê ainda em fase de adaptação do sono, da amamentação e da rotina ao todo, ficaram um pouco "alterados".
Matheo ficou mais chorozinho que o normal, acordou mais vezes a noite, e mamãe teve a impressão de derrepente estar produzindo menos leite.
No "calor da emoção" até cheguei a dar um suplemento de leite para o bebê , o que depois com mais calma e ouvindo o conselho de amigas, prometi a mim mesma não fazer mais, se não houver necessidade.
Mas no final deu tudo certo com nosso dilema em casa, voltando a rotina normal, bebê está calminho, e a noite só acorda pontualmente às 5 da manhã , quando mama e dorme novamente até o final da manhã, e mamãe está com muito leite pra ele, êba!!!

Mas oque eu queria passar é esse artigo que lí lá no Blog da Pati Merlim De Peito Aberto , que me ajudou muito e ampliou meus horizontes para enchergar de maneira correta a amamentação exclusiva.
É um pouco longo mas vale a pena para quem está passando pelo mesmo problema, um beijo e muito leite para mamães e bebês!

Seu bebê chora muito e você acha que é fome?
Nas nações industrializadas ocidentais, os pais deduzem que o choro do bebê está primeiramente e essencialmente ligado à fome. De fato, algumas mulheres nessas culturas freqüentemente interrompem a amamentação e passam a dar leite artificial ao bebê porque acreditam que o choro excessivo significa que o bebê não está recebendo nutrição suficiente através do seio.

Pesquisadores sabem que o choro no início da vida tem uma amplo espectro de funções. Pode ser controlado por vários métodos e comida não é sempre a solução.

Nos anos 60, numa era em que pais americanos eram instruídos a deixarem seus bebês chorando, Wolff fez uma série de experimentos para descobrir o porquê de esses bebezinhos serem tão infelizes. Ele tentou dar uma chupeta para determinar se gratificação oral, sem nutrição, acalmaria um bebê aos berros. Funcionou.
Ele depois testou uma série de bebês com fraldas molhadas. Ele punha fraldas secas em metade deles e molhadas na outra metade. Ambos os grupos eram acalmados e não pareciam ligar se a fralda estava molhada ou não. Wolff concluiu que os bebês simplesmente apreciavam o estímulo e a sensação física de estarem sendo trocados.
Ele questionou a idéia de que os bebês choravam de frio. Testou e viu que os bebês colocados em berços frios choravam mais freqüentemente, indicando que o calor pode reduzir o choro.

Por fim, Wolff tentou a resposta clássica dos pais ao choro do bebê. Usou um grupo de bebês chorosos que haviam sido alimentados artificialmente através de sondas no abdome (por razões médicas) e alimentou-se até que estivessem com o estômago cheio. Esperou para ver se isso os acalmaria. Surpreendentemente, o estômago cheio não acalmou o choro dos bebês. Wolff descobriu também que simplesmente pegá-los no colo funcionava perfeitamente como uma forma de parar o choro, ainda que eles estivessem com fome e esperando a hora de serem alimentados.
De forma geral, ele conclui, pegar um bebê no colo, oferecer a oportunidade de sugar ou alimentar o bebê (não pelo valor nutricional, mas pela chance de contato) funcionava melhor para acalmar o choro.
Como a maioria dos pais intuitivamente sabe, o choro não é somente um sinal de fome. Mesmo em recém-nascidos, o choro comunica muito mais - a necessidade de toque parece ser especialmente importante; e claramente um bebê choroso está comunicando seu estado interno e pedindo alguma mudança."

Como Acalmar um Bebê Choroso.
"Uma vez que causas fisiológicas da cólica, como alergia ao leite ou obstrução intestinal são raras, os médicos muitas vezes sugerem mudanças comportamentais para ajudar os pais a lidarem com o choro excessivo do bebê. Os pediatras costumam sugerir alterar os horários das mamadas, embalar o bebê e mudar de posição. Eles sugerem distrair o bebê com sons ou imagens - passear de carro ou ligar uma música. E pesquisas mostram que algumas técnicas funcionam melhor que outras. Mais interessante é notar que alguns bebês acalmam-se mais facilmente que outros.

A prática mais recomendada é sugar, seja o seio, a mamadeira ou a chupeta. E mesmo assim pesquisas mostram que a gratificação oral ou o estômago cheio não são fatores decisivos. Uma série de estudos com macacos feitos por Harry Harlow mostrou que, tendo escolha, um bebê macaco infeliz escolhe o conforto de uma boneca coberta por tecido macio a uma boneca de metal que fornece leite e a chance de sugar. O que parece funcionar melhor é o contato humano. Peter Wolff, há muito tempo, demonstrou que pegar um bebê no colo funciona melhor que qualquer outra coisa para acalmar o choro.

Em outro estudo, os pesquisadores Bell e Ainsworth mostraram com uma amostra de 26 bebês que a resposta rápida e consistente da mãe ao choro está associada com uma diminuição na duração do choro do bebê.
Hunziker e Ronald Barr fizeram um teste com bebês que eram segurados no colo por tempos diferentes para ver se isso tinha ou não influência no tempo de choro. Eles recrutaram um grupo de pais e de bebês e pediram que metade carregasse o bebê no colo pelo menos por 3 horas por dia, fora o tempo das mamadas. Os outros foram orientados a não segurar os bebês por mais tempo do que o de costume. Quando os bebês tinham 12 semanas de vida, as mães trouxeram as informações que anotaram nos seus "diários de choro".
Os pesquisadores notaram que as mães-controle carregaram os bebês em média 2.7 horas por dia e as mães do teste que seguraram os filhos em média 4.4 horas por dia, um aumento de somente 1,7 horas diárias. Os diários de choro mostram que durante o período de pico de choro (8 semanas de vida), os bebês dos dois grupos choraram com a mesma freqüência, mas aqueles que ficaram no colo por mais tempo choraram 43% menos na duração de cada episódio de choro. A freqüência do choro era a mesma, mas a duração caiu quase pela metade.
Interessante notar que, quando o mesmo procedimento foi tentado com bebês já rotulados como tendo "cólica", não fucionou tão bem. Os bebês não choraram menos. Talvez ser segurado no colo por mais tempo tenha mais efeito quando ocorre desde o nascimento.

Embora o tipo de leite e o total de leite administrado não pareçam afetar dramaticamente o choro do bebê, o tempo da mamada e a forma como a mamada é feita parecem ser de extrema importância para contornar o choro.
Comparando membros da La Leche League, que consiste de mulheres devotadas à amamentação em demanda com um grupo de mães que seguem um esquema tradicional americano de amamentar por horários estabelecidos (com horas entre uma mamada e outra), Barr e seus colegas exploraram a possibilidade de que o tempo entre as mamadas pode ter um efeito no choro.
Observando os dois grupos em casa e através dos diários do choro (escritos pelas mães), Barr e Elias descobriram que os bebês mais quietos eram aqueles alimentados em curtos intervalos e cujas mães respondiam prontamente ao seu choro. Muito interessante é que efetiva é a combinação entre mamada e resposta e não somente mamada. Todos os bebês das mães que davam de mamar em intervalos curtos mas eram lentas ao responder ao choro choravam muito.

Em outras palavras, não é só a disponibilidade constante do leite que faz um bebê feliz, mas uma mãe que está engajada e responde prontamente ao chamado dele. O que os bebês mais precisam, ou o que parece diminuir seu choro, é um pacote de cuidados que coloque seu mundo em ordem. E alguns bebês parecem chorar mais alto que os outros quando seu mundo está fora de ordem."

O Choro do Bebê em Diversas Culturas.
"Há extensa evidência científica de que o estilo ocidental de cuidar do bebê repetidamente e, provavelmente de forma perigosa, provoca uma violação no sistema adaptativo chamado CHORO que evoluiu para ajudar os bebês a comunicarem-se com os adultos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, as pessoas estão acostumadas a crianças chorando em público. É aceito e até esperado que bebês em algum ponto da vida vão chorar por longos períodos. Como resultado, muitos adultos em transportes públicos passam longe de pais com crianças pequenas, para ficarem distantes antes de a choradeira começar.

A situação é dramaticamente diferente em outras partes do mundo.
Até para um visitante esporádico, torna-se evidente que bebês fora da cultura ocidental raramente choram. Eu nunca vi um bebê na África ou em Bali chorando, durante as minhas muitas viagens a esses lugares. E esta observação é confirmada por pesquisas de pediatria relacionada à antropologia.

Num estudo comparando o total de choro entre bebês americanos, holandeses e da tribo !Kung San, Ronald Barr descobriu que os bebês nas 3 culturas choram com igual freqüência - ou seja, começam a choramingar o mesmo número de vezes por dia. Todos os bebês, independentemente da cultura, também produzem uma curva similar de choro (pico por volta dos 2 meses). Mas há uma dramática diferença na duração do choro nas diversas culturas. Bebês ocidentais berram por muito mais tempo em cada episódio de choro e o total de tempo gasto chorando a cada dia é maior tanto na Holanda quanto nos USA.

O pediatra Barry Brazelton descobriu que bebês da cultura Maya no México estão freqüentemente acordados mas calmos e não verificou períodos de choro intenso. Num estudo com 160 bebês coreanos, um outro pesquisador descobriu que nenhum bebê foi classificado como tendo cólica, não houve pico de choro aos 2 meses de vida e aparentemente não houve choro excessivo no final da tarde.
A amostra é intrigante porque os coreanos têm o mesmo nível sócio-econômico de outras nações desenvolvidas.Bebês coreanos de 1 mês de vida passam somente 2 horas por dia, ou 8,3% do seu tempo, sozinhos. Em contraste, bebês americanos passam 67,5% do seu tempo sozinhos. Além disso, bebês coreanos são carregados no colo quase duas vezes mais diariamente que os bebês americanos. E as mães coreanas sempre respondem imediatamente ao choro do bebê, enquanto mães americanas são tipicamente ignoram o choro do bebê por grande parte do tempo.
Em outro estudo, Bell e Ainsworth descobriram que mães americanas deliberadamente não respondem a 46% dos episódios de choro dos bebês durante os primeiros 3 meses de vida.
Deduz-se que o estilo de cuidar dos coreanos leva o mérito pelo menor tempo de choro e a inexistência de cólica.Os estudos mostram que, embora o choro por si só seja universal entre os bebês, a forma em que o choro se manisfesta não é inato, mas facilmente influenciado pelo meio.

A noção de que todos os bebês choram muito de noite é falsa.
A crença de que cólica é o final de um volume normal de choro, que é algo inevitável, também é errônea. O choro é altamente influenciado pelo ambiente imediatamente em volta do bebê. Por mais que seja difícil explicar a uma mãe americana insone e exausta, que está passando mais uma noite em claro embalando seu filho, o estilo de cuidar ocidental parece ser a raiz do desconforto do bebê. E a solução não está simplesmente na forma de embalar ou de alimentar a criança. Nem significa que uma mãe é melhor que a outra.

Novas pesquisas mostram que os bebês ocidentais tipicamente choram por mais tempo e até desenvolvem "cólica", porque o estilo de cuidar que é culturalmente aceito é contraditório com a biologia infantil. Quando um bebê chora inconsolavelmente por horas, quando seu corpinho se arqueia em frustração, quando seus punhos dão socos no ar de raiva, vemos o exemplo mais claro de contradição entre biologia e cultura. O bebê está respondendo a um ambiente que foi culturalmente alterado e para o qual ele não está biologicamente adaptado.

O bebê é biologicamente adaptado a demandar um apego físico constante e um cuidado para o qual o bebê humano evoluiu milhões de anos atrás. Mas em algumas culturas, como nos países industrializados da Europa e da América do Norte, pais optam por uma relação mais independente com seus bebês. Eles decidem colocar os bebês em berços e em bebês-conforto ao invés de carregá-los consigo o tempo todo, alimentá-los em intervalos pré-determinados ao invés de sob demanda e responder mais lentamente aos seus sinais de desconforto. Embora esse estilo traga alguma liberdade aos pais, também traz um custo: um bebê chorão que não está biologicamente adaptado à modificação cultural."

Extraído do livro Our Babies, Ourselves. Meredith F. Small.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

“GANHAR O CÉU OU O INFERNO NOS PRÓPRIOS FILHOS”


Por Magridt Gollnick Luz

Olá amados, estou muito feliz e grata a Deus nessa nova fase de minha vida onde acaba de nascer meu segundo menininho, em um parto lindo e abençoado, que em breve estarei relatando aqui.
Mas como prometido no meu último post, seguimos com tema sobre ausência dos pais no lar, hoje com uma meditação de Lutero, que já em seu tempo levantava essa questão.
Vale a pena dar uma "relida" no texto anterior : http://maesnoreino.blogspot.com/2009/09/nao-te-abandonarei.html

Leia em sua Bíblia: Mateus 18.1-9 
GANHAR O CÉU OU O INFERNO NOS PRÓPRIOS FILHOS
“E quem receber uma criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe. Qualquer, porém, que fizer tropeçar a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe dependurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fora afogado na profundeza do mar”. (vv. 5s.)
Assim também é verdadeira a afirmação de que os pais podem ganhar o céu através dos próprios filhos, mesmo que não façam outra coisa além de serem pais. Se os pais educam os filhos para que sejam servos de Deus, terão as duas mãos cheias de boas obras por fazer. Pois quem são os famintos, os sedentos, aqueles que não têm roupa, os prisioneiros, os doentes, os estrangeiros, senão as almas de seus próprios filhos (Mateus 25.35-36)? Com eles, Deus transforma sua casa num hospital, colocando-o como diretor do mesmo, para que você cuide deles, os alimente e lhes dê de beber com boas obras e palavras, de sorte que aprendam a confiar em Deus, crer nele, temer e depositar sua confiança nele, honrar seu nome, não jurar nem amaldiçoar, trabalhar, participar do culto e ouvir a palavra de Deus; que aprendam a desprezar as coisas deste mundo, suportar desgraças com paciência, não Ter medo da morte nem amar a presente vida! Oh, que lar e que casamento feliz não é aquele onde existem pais assim! De fato, seria uma verdadeira igreja, excelente mosteiro, sim, um paraíso.


Por outro lado, nada mais fácil para os pais do que serem condenados ao inferno por causa de sua atitude em relação aos filhos, em seu próprio lar, se negligenciam os filhos e não lhes ensinam as coisas mencionadas acima. De que adianta matar-se jejuando, orando, fazendo romarias e praticando toda sorte de obras? Por ocasião da morte e do juízo final, Deus não vai perguntar a respeito disso aí; vai exigir, isso sim, os filhos que ele lhes deu."
www.lutero.com.br
Este é Martinho Lutero "Pai do Protestantismo" e reformista da Igreja Católica cujas ideias influenciaram a Reforma protestante e mudaram o curso da Civilização ocidental. A séculos atrás ele já chamava a atenção para a importância do ministério de pais e mães.
O que dizer de nossos dias atuais, onde esse problema permanece e se agrava?
Nossa oração é que o Senhor levante mais "Luteros" em nosso tempo para que a causa da família seja defendida e preservada, em nome de Jesus!

Agradecimento especial ao irmão Carvalho Magalhães,  Deus abençoe!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Fotos do Trabalho de Parto do Matheo












































Fotos do Trabalho de Parto do Matheo












































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