O nascimento de Mikhael Gollnick Rodrigues da Luz
Domingo 04/03/2007,véspera de completar 40 semanas, fui ao CBA(Centro Brasileiro de Adoração), ficar um pouquinho com Deus consagrando a Ele aqueles últimos momentos que antecediam a chegada do Mikhael. Adorei ao Deus Pai, dancei em Sua presença e me enchi de Sua alegria. Nesse dia recebi um presente lindo como mãe, palavras proféticas para a vida do Mikhael, entregues pelos ministros da Casa de Davi. No final alguns vieram me contar, que sentiram que Deus gostaria que o Mikhael recebesse essas palavras para a vida dele, ainda na barriga de sua mãe, e que agora ele estaria pronto para nascer. Isso me emocionou muito!
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Passaram-se dois dias, e eu apostando a chegada do Mikhael para o dia 7, ou para a próxima segunda-feira, quando completaria 41 semanas.
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Quarta-feira dia 07, despertei de madrugada,mas dessa vez não foi para fazer xixi, "como durante toda gravidez". Estava sentindo alguns incômodos no fim da coluna e algumas cólicas, isso parecia ter soltado meu intestino. Como era apenas um leve incômodo voltei a dormir, antes disso observei que estava perdendo bastante líquido, cheguei a pensar na possibilidade de ser a bolsa.De manhã, contei para o Michel sobre a perda de líquido que continuava, acompanhada de alguns veios de sangue, cheguei a colocar um absorvente. Essa secreção tinha todas as características de ser tampão, a cor , os veios de sangue, mas oque nos deixava em dúvida era a quantidade. Teve um momento que sentei no vaso , e o Michel e eu ouvimos cair muito líquido, aí ficamos com "a pulga atrás da orelha".
O Michel até pensou em faltar a aula dele para ficar comigo, pois estava achando que a bolsa estava vasando aos poucos, mas eu o tranqüilizei dizendo que devia ser o tampão mesmo, e que quando o tampão cai, ainda pode levar uma semana para iniciar o trabalho de parto.Ele foi para a aula, eu fiquei com a Ingrid, minha irmã, que já havia chegado à cinco dias para me ajudar com o bebê. Não contei nada para ela, para não criar expectativas precipitadas.Tentei relaxar e me distrair na cozinha fazendo o almoço, estava me sentindo bem.
Enquanto cozinhava senti umas três ou quatro vezes, aquele mesmo desconforto que havia sentido de madrugada. Depois do almoço, fui assistir alguns vídeos com minha irmã, ajeitei um puf e deitei nele. Lá pelas 13:30 hs, senti algo como uma contração, muito fraquinha e indolor.
Como nas últimas semanas, não tive contrações de Braxton, pensei ser elas me preparando para "o grande dia". Depois de uma hora, senti novamente uma contração, dessa vez resolvi contar para minha irmã. A essa altura eu já estava no segundo absorvente. Ela achou melhor pesquisarmos na internet alguma explicação para aquela secreção, mas não dava para identificar se era tampão, ou líquido amniótico.
Michel chegou, e mais tarde teria que retornar para dar aula, ele teimava que poderia ser a bolsa, e eu teimava que era o tampão. Então ele avisou que iria trabalhar, mas se fosse a bolsa, já estava dando 12 horas que ela estava rompida ou com vazamento. Eu deveria decidir se queria que ele me levasse à maternidade. Fiquei com medo, e aceitei ir checar.
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Durante a gestação , pesquisei e acabei optando por um hospital público, a maternidade Lucilla Balalai-Londrina/PR, ganhadora de prêmios como da UNICEF, e reconhecida como referência para o Brasil,pela sua visão humanizada e de hospital amigo da criança.
Desde o início, eu queria um parto mais natural possível, e com o mínimo de intervenção médica. Chegamos a estudar com a Doula Pati Merlin, a possibilidade de fazer um PD Parto Domiciliar,(O parto domiciliar é aquele realizado na casa da própria gestante, de forma natural com a presença de profissional capacitado acompanhando o trabalho de parto. Indicado para os casais que desejam uma vivência plena, em ambiente tranqüilo, do momento do parto. Muito comum nos EUA, e países desenvolvidos.)Mas na cidade, ainda não existiam médicos preparados para esse tipo de parto. Deixamos a idéia para o próximo filho, e fomos visitar a maternidade.
O diretor nos recebeu e apresentou as dependências, explicou todos os procedimentos, nos agradamos muito com tudo. Deduzimos que ali teríamos liberdade para protagonizar o parto e pedir auxílio médico só quando necessário.
Minha escolha desde o início foi pelo Parto Natural(É o parto onde o médico simplesmente acompanha o parto. É o parto normal sem intervenções como anestesias, episiotomia e indução. O ritmo e o tempo da mulher e do bebê são respeitados e a mulher tem liberdade para se movimentar e fazer aquilo que seu corpo lhe pede. A recuperação é rápida.)Achado o lugar perfeito restava aguardar o grande dia.
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Chegamos na maternidade as 16:00hs, expliquei para a médica que eu estava bem, e que só queria checar oque era aquela secreção, pois caso fosse a bolsa já havia dado 12 hs.
Ela me examinou e ufa! Graças a Deus não era a bolsa, era o tampão mesmo! Eu estava morrendo de medo de ter que ficar internada caso fosse bolsa rota. Sempre tive medo que minha bolsa estourasse no início, me impedindo de ficar em casa durante o trabalho de parto, e só ir a maternidade "nas últimas".
Fiquei feliz, mas ainda tinha mais notícia boa,a médica disse: "você já está com 3 cm de dilatação menina, e está tranqüila desse jeito?", pensei, " Uau, 3 centímetros!!! , se continuar assim , vou ter um parto sem dor !"(obrigada a Tia Nilda pelas orações específicas nesse sentido, sei q fez muito efeito!).
Como eu não estava tendo dinâmica (perguntei para a médica que termo era esse, e ela explicou, que é quando ainda não tem contrações regulares), ela disse para voltar para casa, porque o trabalho de parto poderia deslanchar daqui a duas horas como poderia demorar ainda dois dias. Voltamos empolgados, mas já no carro senti mais contrações. Cheguei em casa com fome, tomamos café, e as contrações foram chegando devagarinho, achamos melhor começar a cronometrar. Elas foram se regulando rapidamente.
Eu não parava quieta, estava com a neura de deixar a casa em ordem, tudo arrumadinho para receber o Mikhael. Eu ia pela casa fazendo uma coisa ou outra, cada vez que vinha uma contração, eu gritava para o Michel marcar no relógio. Ele e minha irmã, bem que queriam ficar me seguindo pela casa, para ver se estava tudo bem, mas eu logo expulsava eles de perto de mim: "não quero ninguém me seguindo!".
Minha irmã colocou um cd para rodar, e deixou o volume bem alto, assim eu me concentrava na música, em qualquer lugar da casa em que eu estivesse.
Lá pelas 8:00hs da noite mais ou menos, o Michel disse para eu ir tomar banho e me preparar, pois pelos cálculos dele nas contrações, já estava dando o limite de tempo recomendado para se ficar em casa (3 contrações a cada 10 minutos).
Fui para o chuveiro, a água morninha nas costas era tão relaxante! eu de olhos fechados, cantando, me concentrando em Deus, tentando atraí-lo naquele momento para perto de mim, isso me deixava tão calma, de repente eu estava tão bem, curtindo aquele momento, daqui algumas horas estaria passando pela experiência mais marcante da minha vida e do Michel. E agora eu já podia sentir Deus tão pertinho de mim, ali me dando força.
O Michel vinha a cada pouco no banheiro e dizia para eu sair do chuveiro, que a gente tinha que ir antes que "nascesse em casa". Mas estava tão difícil sair daquele chuveiro, estava tão bom ali, só eu, aquela água morninha, aquela canção que eu cantava para Deus, e o Mikhael, se preparando para nascer.
Bom, aí percebi que o Michel estava ficando bravo com minha demora e fui saindo. Quando estava me arrumando, senti algo muito especial, como se eu tivesse realmente conseguido atrair a presença de Deus para pertinho de mim, senti uma emoção enorme,algo inexplicável,uma alegria imensa, um nó na garganta, comecei a chorar...
Finalmente estava pronta para ir, em todos os sentidos! Peguei a bolsa da maternidade,nos despedimos da minha irmã e do Zen (meu cachorrinho).
Ah!, não posso deixar de contar, que nunca vi o Zen tão preocupado comigo, ficou o tempo todo atrás de mim, aliás, foi o único que conseguiu me seguir pela casa. O Michel e a Ingrid falavam: "olha a cara do Zen de preocupação com a Ma". É incrível como ele estava sentindo, que algo muito diferente estava acontecendo comigo, muito lindinho, ele me conhece!!
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Durante o trajeto para a maternidade, senti novamente aquela presença de Deus me envolver. Falei para o Michel que alguém deveria estar orando por mim naquele momento, pois eu estava sentindo muito forte a presença de Deus, não consegui me controlar,e chorei, ainda brinquei com o Michel que na maternidade iriam pensar que eu estava chorando de dor, mas eu bem sabia que era de alegria.
Na bíblia tem um versículo que diz que a "alegria do Senhor é a nossa força", e foi realmente a alegria do Senhor que me encheu de força naquela noite.
Eu estava então preparada para o grande momento que viveria naquela madrugada: dar a luz ao nosso pequeno Mikhael.
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Chegamos na maternidade perto das 21:00hs. Enquanto o Michel fazia o cadastro na portaria, eu não conseguia ficar parada,andava de um lado para outro, cantando baixinho a mesma canção do chuveiro.
Finalmente veio uma enfermeira nos buscar, no consultório mediu pressão e tal, saiu. Eu não queria sentar, ficava andando pela sala, cantarolando. A médica chegou e me examinou, viu que eu estava agora com 4 para 5 cm de dilatação, achei que evoluiu pouco desde a tarde quando fiz a primeira avaliação.
Como estava com contrações regulares deveria ficar internada, mas a médica informou que a maternidade estava lotada e que eu não poderia ficar ali, não haviam vagas!Não aceitei aquilo, havia planejado meu parto para aquela maternidade, era ali que Deus me direcionou e mostrou que seria. Propus a médica que eu ficaria até mesmo em um sofá se fosse preciso, mas que me deixassem ficar.Então, graças a Deus ela disse que iria tentar conseguir com o médico chefe uma vaga para mim, e ela conseguiu!
Depois de fazer o cardiotoco, me levaram para um quarto de pré-parto, onde recebi a famosa camisola, com a qual não me dei muito bem, pois ela insistia em abrir, e me encaminharam para um banho.
Fiquei tão feliz por conseguir a vaga, que no banheiro só agradecia a Deus, por Ele estar cuidando de tudo para mim, "abrindo as portas", fazendo surgir vaga onde "não há vagas". Nem me passava pela cabeça, ter que procurar outra maternidade naquela altura do "campionato".
O Michel logo veio depois de fazer o meu internamento, trouxe as bolsas, água, filmadora, enfim, veio carregado e faceiro. Nos instalamos no quarto, e o processo foi se desencadeando, sentia que agora o trabalho de parto era pra valer.
Eu caminhava o tempo todo para ajudar na dilatação, andar também me ajudava a aliviar a dor. Como estava ficando tarde o sono vinha chegando, o Michel me aconselhou a poupar as energias e relaxar um pouco sentando na Bola Suiça.
Eu sentia muita sede, a boca ficava seca, bebia água o tempo todo. Quando vinham as contrações o que me incomodava mais era uma dorzinha chata nas costas, as quais o Michel estava dando um jeito com massagens o tempo todo, aliviava bastante! Ele também deu a idéia de ir novamente para o chuveiro, para aliviar a dor com a água morna, fiquei lá um bom tempo, também fiquei sentada no banquinho do banheiro com os pés apoiados no vaso, nessa hora a gente acha cada posição esquisita, mas se é para aliviar o desconforto tá valendo!
Eu continuava a perder muita secreção e cada vez que eu me levantava de onde estava sentada vazava algum sangue.
Lá pelas tantas ao me levantar, escorreu líquido pelas minhas pernas. O Michel todo empolgado disse que agora era a bolsa, mas eu estava com tanto sono e já acostumada com tanto líquido "fluindo" de mim, que falei que não era. Ele chamou a médica para conferir, ela examinou e: bolsa rota! A essa altura eu estava com 6 cm de dilatação.
O que estava mais difícil para mim naquele momento era o sono e a dor nas costas, eu já estava bem cansada. Então para me animar, a médica disse que dali em diante eu iria ver como seria rapidinho com a bolsa rompida, e que quando viesse a contração eu deveria ajudar fazendo força. Realmente dali em diante foi rapidinho, comecei ajudar fazendo força, dava mesmo muita vontade de fazer força quando vinha a contração, a famosa "força de coco"(semelhante ao reflexo de evacuar).
Eu já não estava achando posição confortável, e apesar de ser a última coisa que eu pensava em fazer, resolvi deitar um pouco para descansar. Não queria deitar pois sabia que essa é uma posição que não facilita no trabalho de parto, e eu estava realmente ansiosa para ter o bebê, tudo o que fizesse desencadear mais rapidamente o processo eu faria. Apesar disso vi que nessa posição as minhas costas pararam de doer, e assim eu pude descansar e quase cochilar entre as contrações, coisa que o Michel não deixava de jeito nenhum, pois estava alí no meu ouvido dizendo para fazer força. Eu até tinha que lembrá-lo que a força era apenas durante a contração e não o tempo todo, eita ansiedade de ver o garoto!
O Michel me ajudou muito, foi fundamental no trabalho de parto ,me dava água, fazia massagens "milagrosas", e dava os comandos já que eu estava "mais para lá do que prá cá" de cansaço e sono. Trabalhamos juntos,ele era o cérebro e eu o corpo.
Quando observaram que eu estava fazendo muita foça, a médica veio checar novamente, e aí veio a frase tão esperada: dilatação total!Nessa hora vem os elogios... "está indo muito bem, continue assim, respire"...a médica avisou que ficaríamos mais um pouco naquele quarto para o bebê descer mais um pouquinho.
Eu estava no período expulsivo, fiz mais algumas forças, aí senti queimando "o circulo de fogo"(uma ardência redonda no canal vaginal), nessa fase, o bebê já estava coroando. Me passaram para a maca, pois eu estava deitada na cama e me levaram para a sala de parto. Sempre fiz planos de parir na PPP(cama de parto humanizado), para poder ficar inclinada, ou quase sentada ou até mesmo de cócoras(A posição de cócoras oferece várias vantagens, como o fato do parto ser mais rápido devido ao auxílio da gravidade e a oxigenação do bebê ser melhor.) e não deitada, mas na hora vi que não daria. Eu realmente só estava conseguindo ficar deitada, em outra posição as costas doíam muito. Que pena!
A faze do expulsivo, foi a que senti menos dor durante as contrações, pelo fato de me concentrar na respiração e na força que eu precisava fazer. Na verdade sentia mais cansaço e falta de ar, pois tinha que ser uma força bem comprida. Prendia a respiração e fazia toda a força que eu conseguia,então quando acabava, eu estava sem ar e cansada.
Ainda no início da internação, eu havia sinalizado à médica o desejo de não fazer episiotomia (corte no períneo para alargar a passagem do bebê), tanto é que ela nem levou aparelhagem para isso na sala de parto. Oque aconteceu, foi que na hora, ela viu que a pele estava querendo lacerar, talvez pela minha posição deitada, que dificulta a saída do bebê, talvez por eu não ter toda elasticidade necessária... não sei, o fato é que tive que aceitar a episio, mesmo sem querer de jeito nenhum!
Depois do parto me incomodou por causa da dor e do desconforto para sentar, mas em poucos dias estava tudo perfeitamente restaurado.
Mas voltando a sala de parto... fizemos alí mais algumas forças, o Michel e eu, ele ajudava elevando minha cabeça contra o peito na hora da força. Todos incentivando e torcendo, quando me avisaram que a cabecinha estava saindo, e logo depois o corpinho todo, foi rápido, uma sensação gostosa de alívio e uma emoção por ter sido capaz, por ter conseguido, por ter gerado e trazido ao mundo um lindo bebezinho.
Mikhael como eu havia imaginado que seria quase não chorou, assim como até hoje, ele "paga pra não chorar", apenas deu uns gemidinhos gostosinhos de ouvir, tão meiguinho! Eu estava muito cansada, deitei a cabeça,e alí fiquei por uns segundos pensando em milhões de coisas, queria ver meu bebezinho que estava sendo examinado pelo pediatra, mas não conseguia levantar a cabeça.
Michel viu tudo, viu ele nascendo, a médica pegando ele pelos pezinhos e depois mostrando para ele, viu o pediatra fazendo os primeiros procedimentos, e se admirou com a prática e rapidez com que ele movimentava o Mikhaelzinho.
Logo a médica avisou que agora a placenta sairia, e eu comentei: " o segundo parto!", e ela disse: "não se preocupe essa parte não tem nem comparação, é bem mais fácil" e realmente foi. Naquela loucura toda, tanta emoção, nem consegui ver a placenta, mas o Michel conseguiu, ficou admirado com aquela "bolsa" que guardou nosso bebê durante a gestação. Também esquecemos de pedir para a médica para o Michel cortar o cordão umbilical. É incrível como os detalhes tão planejadas caem no esquecimento nessas horas, talvez no próximo parto possamos controlar um pouco a empolgação, e não esquecer essas coisas.
Depois que a bolsa saiu começaram os curativos e cuidados, havia um médico ajudando e ele perguntou porque eu pedi para não fazer a episiotomia, se era porque eu havia feito cursos de gestante. Expliquei que desde o início da gestação eu pesquisei muito tudo oque envolve gestação e parto, e preferia não fazer episiotomia de rotina (aquela que é feita apenas por hábito do médico), apesar de já saber que ali na maternidade não eram realizadas episiotomia de rotina. Tanto é que depois cruzei com duas mulheres que haviam ganhado bebê na mesma noite, e não precisaram de episiotomia. Me conformei um pouco pois tirou a impressão de ser "enganada " pelo sistema, apenas para ser cumprido um procedimento de "rotina", blá, blá, blá!
Passaram-se alguns minutos, o pediatra terminou de examinar o bebê, eu estava ansiosa para vê-lo, para saber como ele estava. De onde eu estava só dava para enxergar os pézinhos dele se mexendo, e aquele resmunguinho gostoso. Finalmente o trouxeram para mim, lindo! Com um olhão esperto, nem parecia de recém nascido, a enfermeira colocou ele no seio para que fizesse a primeira mamada da sua vidinha, ainda na sala de parto, logo ele pegou e mamou com força.
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Naquela madrugada, o Geison, um amigo nosso que não estava sabendo de nada, acordou de repente. Ele pensou, que se Deus o havia acordado aquela hora da noite era para interceder por alguém, então no mesmo momento veio o meu nome ao seu pensamento, e ele começou a orar por mim, quando acabou olhou no relógio e eram 3:00hs da manhã, exatamente a hora que acabou o parto do Mikhael...
Deus cuida dos seus filhos, e ainda nos dá provas disso, provas do seu grande amor por nós!
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Mikhael nasceu as 2:45hs do dia 8 de março de 2007 , pesando 3,040kg, com 51cm, e índice apgar 9 e 10. Estávamos muito emocionados, Michel só dizia: ele é lindo!
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Quero agradecer a Deus por estar tão pertinho de mim nesse momento me dando força, me enchendo de alegria, cuidando de mim com tanto zelo,me proporcionando o melhor mesmo em meio a simplicidade.
Agradeço ao Mi, meu amor, minha metade que me ajudou trazer ao mundo o nosso "pedacinho", teu carinho, tuas massagens, tuas palavras, teu apoio total no trabalho de parto... " vai Ma faz força agora!"... na verdade, não sei quem fez mais força, se você, ou eu, he he! mas sei que nós dois juntos trouxemos o Mikhael ao mundo naquela madrugada, e foi tudo LINDO!!!!!!!
Agradeço aos familiares q tanto nos abençoaram e nos abençoam, tornando tão especial a gestação e chegada do Mikhael.
E aos queridos amigos, que nos acompanharam durante essa maravilhosa jornada "rumo ao Mikhael", cada palavra , cada gesto, todo o carinho e amor que recebemos de vocês tornava cada dia mais linda essa gestação abençoada!
Aos amigos do Ministério Casa de Davi...não temos palavras!... amor , carinho, dedicação, apoio, e as palavras de Deus para a vida do Mikhael, que foram entregues através de vocês, são coisas que nos fazem os pais mais felizes do mundo! nossa aliança só ficou mais bonita!!!Amamos todos vocês!!
MA, MI, MIKHA....família feliz!

Oi Ma!
ResponderExcluirQue relato emocionante! Espero que a chegada da minha Sophia seja serena e que eu consiga manter a calma pra fz tudo certinho, como vc!
Parabéns pelos filhos!
Obrigada pelas visitas e pelos comentários carinhosos lá no Coisas!
Um abç,
Maura