sábado, 4 de abril de 2009

*Dor de parto, sentir ou não sentir?


por Magridt Gollnick Luz




Quando pensamos no nascimento de um filho, uma das primeiras coisas que nos atemorizam é o medo da dor de parto. A dor do parto é algo vivenciado pela mulher desde a criação do mundo, uma vez que Eva foi a primeira a senti-la.
Originalmente, não era vontade de Deus que a mulher sentisse essa dor, mas devido ao pecado, essa maldição foi lançada sobre a humanidade: “Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua concepção; com dor terás filhos;” Gn3.16
Desde então, é assim em meio à dores que a humanidade tem nascido. Mas como já afirmado aqui no artigo “Restaurando a maternidade”, é plano de Deus restaurar todas as coisas, segundo o Seu propósito original. Qual era o propósito original de Deus quanto ao nascimento? Era um parto sem dor! E isso é possível? Sim! Isso é possível, e não falo de intervenção médica por meio de anestesia, ou de uso de outros meios como o parto cesária, falo de algo natural, e sem nenhuma intervenção. Falo do milagre da cruz, que levou todos os pecados e anulou todas as maldições. “ Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Is 53.4-6
Jesus na cruz, com seu sacrifício de amor por nós, aboliu tudo oque nos oprimia, nos deu liberdade de toda a sorte de enfermidades, maldições, inclusive a maldição da dor de parto!
Jesus já levou sobre si, ele já a sofreu por nós.

Mas então porque mulheres continuam a sentir e a sofrer com essa dor? Simplesmente por, não saber que podem usufruir desse benefício conquistado na cruz. Por outro lado se sabem, não alcançam a fé necessária para tomar posse.
Maldições sejam elas qual for a categoria devem ser quebradas, até mesmo as maldições que o próprio Deus lançou devido à nossos pecados. Pois:
“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; “ Gálatas 3:13
Renunciar a dor do parto e quebrar essa maldição é algo que deve ser feito por toda parturiente cristã, para que o nascimento de seus filhos resgate o propósito inicial de Deus para esse momento tão lindo.
Parto sem dor é possível sim! Sou testemunha viva disso, vivenciei essa experiência no parto de meu filho. O resultado foi a soma de um trabalho de muita fé, determinação , e total confiança em Deus.
Foram 9 meses de preparação, física, psicológica e espiritual. A partir do momento que descobri que gerava uma vida, procurei zelar pelas minhas responsabilidades, para que eu fizesse o melhor, não como para mim, mas como para Deus.
Procurei cuidar do meu corpo, da alimentação, da saúde do bebê, fiz o pré-natal e exames, tomei vitaminas, procurei me exercitar.
Comuniquei família e amigos que a partir daquele momento, problemas e notícias ruins deveriam passar longe de mim, pois todo o emocional da gestante passa para o bebê, e ele sente tudo o que a mãe sofre no exterior. Minha prioridade passou a ser cuidar da benção que Deus me dera, isso passou a ser meu ministério, por tempo indeterminado... até quando Deus queira me usar nele.
Agitação, preocupação, discussão, situações de tensão e estress, correria, ativismo, passaram a ser evitados.
Calma, tranqüilidade, paz, pensamentos positivos, alegria, bem estar, foi tudo o que procurei sentir naqueles 9 meses. Costumava dizer que estava literalmente “chocando” em meu doce ninho.
E o espiritual, também foi alimentado, o que fortalecia ainda mais o físico e o psicológico. A minha maior inspiração, para o momento do parto, foi o nascimento de Jesus:

“A fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.
E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz.
E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. “Lc2.5-7


Quando perguntava a Deus como ele gostaria que fosse o nascimento de meu filho, sempre vinha em minha mente o nascimento natural do filho dEle: Jesus. Até choro só em escrever... Acho que se a minha convicção quanto a vontade de Deus para o nascimento do meu filho fosse descrita em um diálogo entre eu e Deus seria assim a resposta de dEle para mim: “bom, o meu primogênito nasceu assim: (Lc2.5-7-versículo citado acima) não vejo melhor forma!”

Realmente o nascimento de Jesus me inspirou e fortaleceu, pois cada vez que pensava em ficar com medo ou com qualquer sentimento de dúvida, lembrava de Maria ali naquele estábulo. Tudo o que ela tinha era José ao seu lado e a presença de Deus. Não haviam, médicos, enfermeiras, nem instrumentos, nem medicamentos, não havia nada! E nem precisou, pois o filho de Deus nasceu da maneira mais natural possível, da maneira original, assim como Deus inventou o parto. Um Parto Natural, foi esse o parto que Maria teve.

Desde os anos 80, com a popularização das questões ecológicas, e com os movimentos de resgate de uma vida mais saudável, natural e espiritualizada, muitas mulheres passaram a optar pelo "Parto Natural", sem intervenções, sem anestesia e domiciliar em muitos casos. É o parto onde o médico simplesmente acompanha . É o parto normal sem intervenções como anestesias, episiotomia e indução. O ritmo e o tempo da mulher e do bebê são respeitados e a mulher tem liberdade para se movimentar e fazer aquilo que seu corpo lhe pede. A recuperação é rápida. Desejei e optei para mim ter esse tipo de parto!
Gostaria de falar agora como funciona a dor na nossa cabeça.
Digo na nossa cabeça, pois tudo depende dela, se estamos calmas, seguras, confiantes, nosso cérebro envia mensagens para que seja produzido anestésicos naturais. O anestésico natural para o trabalho de parto é a ocitocina e as endorfinas, hormônios produzidos pelo organismo da mulher .

Uma vez produzindo esses hormônios, é possível sentir sensações de prazer ao dar a luz ao invés de dor intensa.
Infelizmente a inibição da produção de endorfina, pode ser gerado pelo estado psicológico da gestante no momento do trabalho de parto. Nervosismo, ansiedade, medo, constrangimento, tudo isso pode bloquear a produção dos anestésicos naturais. Ter medo gera tensão, tensão aumenta a intensidade da dor e, principalmente, a percepção que a pessoa sob situação de medo e tensão tem da dor. Mais dor, mais medo. Mais medo, mais tensão. Ou seja, um ciclo vicioso que conhecemos como ciclo 'medo-tensão-dor', em que uma coisa vai retroalimentando a outra. Isso tudo resulta num trabalho de parto com dor extrema, ou até na interrupção do desenvolvimento do trabalho de parto, necessitando o uso da cesariana.



A liberação da ocitocina é inibida por influências diretas:
• Medo e ansiedade.
• Injeções anestésicas, que fazem “dormir” as áreas sensíveis à ocitocina.
• “Inundação” dos locais receptores por doses exógenas de ocitocina( artificial) --- que reduzem a sensibilidade a ocitocina endógena.
• Episiotomia - reduz o estiramento do períneo.
• Separação da mãe e do bebê, com a perda resultante de contato pele com pele.
E influências indiretas:
• Crenças e atitudes, que podem levar à vergonha, embaraço.
• Lembranças, ex.: abuso sexual anterior - levando ao medo e à ansiedade.
Referência:www.amigasdoparto.org.br

Outro fator decisivo para o trabalho de parto transcorrer normalmente, é respeitar o tempo do bebê para nascer, uma vez que quando ele está pronto, seus próprios pulmões enviam substâncias para a mãe avisando de que o trabalho de parto deve iniciar, e o organismo da mãe juntamente com a ajuda do bebê se encarregam de todo o processo naturalmente. Hoje em dia propagou-se uma falsa informação de que o período máximo para o nascimento de um bebê, é de 40 semanas, quando na verdade o período para o nascimento varia entre 38 à 42 semanas, sendo que as 40 semanas são um meio termo entre as 38 e as 42 semanas. Ou seja as 40 semanas são apenas a data “provável” de parto, podendo ser 2 semanas antes, ou 2 semanas depois. Não há motivo para tanto alarde, entre mães, achando que seus bebês estão “passando da hora”, e médicos apressando mães para uma “lucrativa” cesariana. É muito comum encontrar gestantes dizendo “já estou com 39 ou 40 semanas e ainda não tive contração, acho que vou ter que induzir o parto ou fazer cesariana”. Pensamento este totalmente incabível e próprio da desinformação de muitas gestantes. Tecnicamente não existe falta de dilatação em mulheres normais. Ela só não acontece quando o médico não espera o tempo suficiente. Como já explicado aqui no artigo “Mitos e Fatos sobre o parto normal”, mesmo depois das 42 semanas, se forem feitos todos os exames que comprovem o bem estar fetal, não há motivos para preocupação. O importante é o bom pré-natal. Mas esta informação tem mais haver com conseguir chegar a ter um parto normal, antes que o médico interrompa a gestação.

Mas voltando ao tema, posso definir que o parto sem dor é um conjunto de vários fatores que precisam ser trabalhados durante os 9 meses.
No meu caso como já descrevi, foi a união do preparo físico, do psicológico e sobre tudo a confiança em Deus e em sua promessa dos benefícios conquistados na cruz.
No dia do nascimento de meu filho, senti muito forte, a presença de Deus, e a alegria do Senhor foi a minha força, como já descrevi no “Relato de parto do Mikhael” aqui no blog, sugiro que leiam!

Precisei também estar firme em meus propósitos, para não deixar o sistema me intimidar, pois todo o ambiente hospitalar, médicos, enfermeiras, correria, luz forte, gritos de outras parturientes, são coisas que deixam qualquer mulher nervosa e "travada" ás vésperas de ganhar seu neném. E aí já sabe, se “travar”, trava tudo mesmo, o trabalho de parto para, e aí vem a famosa desculpa: “não teve dilatação”. Mas não teve dilatação porque os hormônios(ocitocina) que provocam a dilatação pararam de ser produzidos pelo cérebro devido a situação de estresse!
Era para evitar uma possível situação dessas, que eu particularmente preferia ter tido um Parto domiciliar, como também expliquei no Relato de Parto, pois existe calma maior que em nosso próprio lar, onde eu poderia por exemplo, dar a luz ao som de minha musica preferida, com o cheirinho da minha cama, e junto daqueles que amo? Sem correria, sem intervenções, sem regras hostis, e no máximo com um profissional da saúde para me assistir. Esse é o Parto Domiciliar, que também não deixa de ser um Parto Natural, ou seja é o parto que Eva e suas descendentes tiveram, até o surgimento das maternidades, he! he! É um parto que naturalmente todas as mulheres podem ter o privilégio de viver, só que agora digamos assim com a “nova versão pós- cruz”: sem dor!
Não vou ser hipócrita de dizer que não senti absolutamente nada durante o parto, porque graças a Deus senti todas as maravilhosas sensações, passo a passo. Cada contração, a cada uma sabia que era uma a menos para a chegada de meu bebê, sentia meu corpo abrindo passagem para o bebê, senti o bebê coroando, e por fim ele nascendo. Senti tudo! foi desconfortável? Foi! Assim como com qualquer nova situação na vida, a que não estamos acostumadas. Mas em nenhum momento a dor me dominou, em todo o momento eu estive no controle de meu corpo, e de minha mente. Se deixarmos, a dor vem com tudo, e  toma conta mesmo ! Mas não foi assim, o que sobressaiu foram as sensações, a concentração no fato de que em mais um pouquinho de tempo, eu estaria com meu bebê. Tudo isso ajudou muito!
Não posso deixar de citar, algo que também foi fundamental para o desfecho: o uso das Técnicas Naturais para diminuição da dor de parto. São os banhos quentes(mesmo na maternidade), o uso da Bola Suiça, as massagens do companheiro(meu amado Michel), e caminhar muito! Tudo isso só foi possível porque escolhi uma maternidade que usa o princípio do Parto Humanizado, aquele onde o ritmo da mulher é respeitado, e ela protagoniza seu parto.
Portanto,é importante verificar a visão da maternidade escolhida para ter seu bebê, pois certos procedimentos de rotina como ficar deitada numa cama, induzir o parto, estourar a bolsa, não ter liberdade para ingerir líquidos, se movimentar, ou ficar afastada do companheiro, são grandes inibidores do trabalho de parto.

Quero falar um pouco acerca dos métodos Farmacológicos para alívio da dor em trabalho de parto, as anestesias. Elas são assim chamadas farmacológicas porque utilizam alguma droga, ou fármaco.
A anestesia pode apresentar a vantagem da inibição da dor, mas também tem suas desvantagens. Aos meus olhos a primeira delas é a de que a anestesia, utiliza nada menos que drogas. Drogas estas que dopam a mãe e que sempre acabam sendo passadas também para o bebê. As conseqüências observadas são várias, a mãe não sente dor, mas em contrapartida, muitas vezes não consegue nem mesmo fazer força durante o parto, pois fica sem a sensibilidade, devido o efeito da anestesia, o que resulta muitas vezes no uso do fórceps, ou até mesmo da cesariana. Essas drogas podem tornar mais lenta a fase inicial do trabalho de parto. Outra incidência, é o recém nascido, nascer como que dopado, pois essas drogas podem deprimir (tornar mais lenta) a respiração e outras funções da criança após o nascimento. Com dificuldades para respirar, e outros danos que as drogas analgésicas causam, o recém nascido acaba indo direto para incubadora. Muitas alterações internas ocorrem à medida que o recém- nascido se ajusta rapidamente de uma vida totalmente dependente da mãe para uma vida independente. Um recém-nascido sedado por analgésicos potentes pode ser menos capaz de ajustar-se à essas alterações.

Enfim, acredito que a anestesia está para o trabalho de parto assim como a cesariana está para o parto, ou seja, os dois tipos de intervenção devem ser usados apenas quando à necessidade, devido a risco de vida ou doenças que impeçam um parto natural. Toda intervenção médica tem suas vantagens, quando usadas para salvar vidas e tem suas desvantagens quando usadas em mulheres normais e saudáveis apenas por uma questão de capricho.
A “febre” da cesariana desnecessária tem se espalhado, assim como a nova “febre” das anestesias desnecessárias também. (E quem sofre com esses caprichos no final das contas é o indefeso bebê.)
Tantos sofrimentos pós parto poderiam ser evitados para mãe e bebê, se fosse escolhido o caminho mais lógico e natural para se ter filhos. A dificuldade na amamentação, o leite que não desce, cólicas no bebê, e muitos outros inconvenientes são conseqüências de induções de parto, cesarias, anestesia desnecessárias e outras intervenções.

Além dos prejuísos físicos, todas as nossas ações e decisões tomadas no mundo natural, se refletem no mundo espiritual. Decisões aparentemente tão simples como por exemplo optar por cesariana ou anestesias apenas por capricho e não por necessidade, podem trazer sérias conseqüências no espiritual.

Extraí um texto do livro “O início da jornada” de Rick Joyner que exemplifica essa realidade:

“ Mesmo a ciência comprova que a qualidade de um nascimento pode poderosamente afetar nossas vidas para sempre. Quando um procedimento de parto descrito por “anestesie e puxe” foi implantado- em que se drogava a mãe e puxava o bebê- nasceu a geração que cresceu na década de 1960 e 1970 e lançou uma cultura impregnada de drogas que varreu o mundo. “ (Pagina 15)

Toda a ação tem sua reação, vamos escolher o melhor para nossos filhos e seus futuros. Deus nos deu essa responsabilidade. Vamos lembrar o que Jesus nos ensinou, de que viemos ao mundo para servir e não para sermos servidos. O nascimento de um filho, é um momento onde estamos servindo a uma nova vida com nossa própria vida. Não vamos procurar nos servir de tecnologias e intervenções, apenas para suprir nossos medos e caprichos , não vamos nos tornar  egoístas  pensando primeiro em nós.

“Quanto maior o poder de escolha,maior o potencial de se escolher incorretamente, mas também maior o potencial de uma obediência vinda do coração para com Deus, para aqueles que sabem escolher corretamente.” Rick Joiner
Que Jesus nos inspire com seu nascimento, vida e morte na cruz. Através dela podemos desfrutar novamente do plano original de Deus para o nascer: um parto natural e sem dor!


11 comentários:

  1. Demais..... Magridt e Julia, parabéns pela iniciativa. O blog está muito legal. Benção de Deus para todas nós. Beijosssssss.

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  2. Obrigada pela força e apoio Milla.
    bjo

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  3. aleluia aleluia

    cristo ressuscitou!!!

    feliz pascoa

    http://discretear.blogspot.com/

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  4. Uau!...
    Sou praticamente recém casada, e não tinha vontade de ter filhos por medo do parto!
    Creio que fui curada e liberta desse medo através desse texto!
    Obrigada! Deus abençoe vcs!

    Bj

    Hendi do Fernando - Curitiba

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  5. Adorei ouvir vcs na radio , se sairam muito bem! parabéns!!!!!!!!! espero ouvir vcs mais vezes.
    bjus , fiquem com DEUS.
    ju

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  6. " estou desconfiada de esta gravida, e a primeira coisa que estou pensando é na dor ja comecei a sentir medo mesmo antes de te certeza que estou gravida rsrs.. e tb por que vi uns videos no youtube de partos normais noss é chocante... mas graças a Deus achei esse texto e atravez dele mim sinto mais confiante e segura confiante em Deus....BIS:Sara Vila Velha-ES

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  7. Maritsa Cristiane, Campina Grande-PB10 de julho de 2009 20:49

    Gostaria de ter visto esse site antes de ter tido meus três filhos, pois a fase da gestação é muito inusitada para qualquer mulher,as dúvidas são muitas e os comentários dos partos, as vezes não condiz com a realidade de cada uma, cada gravidez é diferente. Tive meus três filhos de partos naturais, cada filho foi uma história diferente, mas foi muito bom, rápidos e tranquilo, não trocaria por nenhuma cesária, fiz a escolha certa. Amei esse blog. Que Deus abençoe todas mamães e futuras mamães.

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  8. Jamille
    Achei muito interessante suas palavras.Realmente, acredito em um parto normal abençoado por Deus. E com certeza é um parto muito melhor para mãe e para o bebe.Só acho que devemos ter cuidado ao achar que a cesarea tb não possui suas vantagens.Tudo depende da pessoa e da situação dela. Acrdito que Deus tb possa abençoar muito uma cesárea sem comprometimentos para mãe e para o bebe.

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  9. Obrigada querida Jamille, concordamos com vc! Aqui no blog temos também o artigo "O caminho profético para o nascimento", onde trazemos esclarecedoras informações sobre o parto cesária, essa cirurgia tão importante que Deus inspirou os homens à criá-la para salvar vidas.
    Um beijão

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  10. Margareth Joenck Arndt3 de outubro de 2010 00:32

    Tive parto normal aos 44 anos, e achei que não conseguiria, pois tenho medo até de tomar uma injeção, mas Deus me fortaleceu e na hora do parto foi tão maravilhoso ver o rostinho da Minha filha, que hoje tento lembrar de como foi e não consigo medir o grau de dor que senti em meio a tantas alegrias que tenho com esse presente de Deus em minha vida.

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  11. terei minha segunda benção uma princesa agora e derepente comecei a ter medo deste segundo parto apesarde ter tido o primeiro meu Matheus normal, então encontrei este site de Deus estou me fortalecendo lendo os artigos. amém

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